Entre o silêncio e o excesso, existe um espaço onde o que foi descartado ainda respira.
“Nada” é um mergulho poético sobre ausências, memórias e tudo aquilo que insistimos em não ver. Um convite para encarar o vazio como origem, onde o invisível ganha forma e presença. Porque talvez o nada, nunca tenha sido vazio.