O espetáculo descreve o sertão, o sertanejo e a trajetória de Antônio Conselheiro, até se tornar líder da comunidade de canudos e adversário do governo republicano. Em seguida narra os primeiros conflitos e a guerra é declarada no final de 1896. Segue descevendo as sucessivas batalhas de correntes das expedições do exército: as lideradas pelo major Febrônio de Brito, pelo coronel Moreira Cesar, pelo general Artur Oscar de Andrade, todas derrotadas, até a última, vencedora, comandada pelo próprio ministro da Guerra, o marechal Bitencourt. Termina com a morte de Antônio Conselheiro, os últimos momentos da resistência no arraial e a degola dos prisioneiros.
A luta é um monólogo representado por um ator em cena que da mesma maneira que os rapsodos cantavam a Ilíada e Odisseia de Homero, ele conta a história de Canudos. Baseada na terceira parte do Os Sertões de Euclides da Cunha.